Amor, amor, amor. Palavra mágica.


Amor, uma palavra linda! Ninguém pode negar isso. Uma palavra não só linda, mas poderosa também, muito poderosa. Tão poderosa amigo leitor, que é capar de gerar, de produzir efeitos em quem a pronuncia. No amor, o primeiro compromisso surge com a palavra, com a confissão. Tal confissão produz um laço, um vínculo entre o amor e nós, que a partir dai passará a produzir seus frutos. Ninguém confessa um amor e fica no mesmo estado em que estava, porque o amor nos constrange, nos induz ao outro. Não existe amor falso, mas falsas confissões, o que é bastante diferente. Quando a falsidade está na palavra, significa que a mentira está em quem o pronuncia, sendo assim não há geração de bons frutos e os resultados serão mágoas, decepções e tristezas. O amor em si tem seus próprios frutos e através destes frutos poderemos saber se há ou não verdade numa confissão. São frutos comuns do amor, a Generosidade, a Compaixão, a Piedade, a Benevolência, o Perdão, a Fé. Logicamente cada fruto floresce em sua época, assim também os frutos doa amor virão a seu tempo, conforme necessários. O amor como sendo fruto único e exclusivo da verdade, não une com a mentira e seus derives, que são a falsidade, a traição, o desrespeito, o ódio, a omissão, agressão, enfim existem frutos com os quais o amor realmente não se mistura. Se analisarmos a nossa própria vida, veremos que algumas relações se perderam por frutos que não eram do amor. O ciúme é um dos destes frutos. Outro derive que não se mistura ao amor é a intolerância, um outro a inflexibilidade, o orgulho, o egoísmo. São gêneros que devemos evitar em nós mesmos para termos uma melhor qualidade nas nossas relações. Obviamente é difícil conter alguns destes sentimentos, mas não é impossível, bastando que voce exercite. Vejamos algumas situações: Feriu o outro? Desculpe-se e aguarde seu perdão. Amar é reconhecer o erro e pedir desculpas, confessando-o e arrependendo-se e logicamente, não cometendo-o mais. Se o outro não foi capaz de perdoar, falta-lhe entendimento sobre o amor ou talvez falte-lhe o próprio amor, que também é perdoar aqueles que o magoaram, lembre-se; o amor é benigno e misericordioso, perdoa sempre. Pedir perdão é recorrer ao amor e reconciliar-se com ele porque o amor também é humildade. Quando não fazemos isso, damos prova de orgulho e consequentemente de que não conhecemos o amor, Desta forma não o temos para dar. O amor não preocupa-se em receber, mas em doar, doar sempre porque o amor é benevolente e caridoso, ele doa e não exige em troca, por isso não cobra nada quando dá. O amor é paciente, sabe aguardar, espera e conhece os tempos em que estará recebendo para ter mais para doar. O amor não força, jamais, ele chama, ele conquista, ele aguarda ser recebido. Este amor descrito aqui não é somente o amor físico, mas todas as formas de amar. Quando voce ama um filho, um pai, um amigo, um parente. Este é o amor, assim mesmo, pronto para ser exercitado. Nós, obviamente humanos e falhos, escorregaremos tentando amar, uns amando mais, outros menos, mas que todos amem, como gostariam de ser amados. Amar não é complicado, mas nós complicamos quando queremos mais do que damos, quando queremos aprisionar, possuir a quem amamos. Possuir é coisa demoníaca, o amor não invade, não se apropria, não possui jamais. Amar é entregar-se, com satisfação na entrega, com respeito, carinho e dedicação, sabendo que poderá falhar, mas se verdadeiramente estiver amando, estas falhas serão perdoadas sem dúvida. Fico por aqui e até a próxima, abração.